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Uroginecologia e Cirurgia Vaginal

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Histerectomia Vaginal

Em algumas situações esta cirurgia é acompanhada dos ovários e trompas (Histerectomia total com anexectomia bilateral ou Histerectomia radical). Existem três modalidades ou acessos cirúrgicos para se realizar a Histerectomia:


Histerectomia vaginal

Retirada cirúrgica do útero. Pode ser total, quando se retira o corpo e o colo uterino, ou subtotal, quando só o corpo é retirado.

  • Histerectomia Abdominal - é feita através de incisão no abdome, por onde se retira o útero.
  • Histerectomia Laparoscópica – a cirurgia é realizada por vídeo-laparoscopia, onde se realizam 3 pequenos orifícios no abdômen ( de 5 à 15mm) e a retirada do útero é pela vagina.
  • Histerectomia Vaginal – o útero é retirado através da vagina, sendo a mais estética das modalidades, pois não há incisão aparente.

Indicações de Histerectomia:

  • Aumento do volume uterino, geralmente causado por miomas, que causa sangramento ou compressão em outros órgãos pélvicos;
  • Miomatose, endometriose ou adenomiose uterina;
  • Distúrbio hormonal refratário a tratamento clínico ou que cause anemia;
  • Prolapso do órgão, isto é, quando ele sai de sua posição anatômica e se exterioriza pela vagina; Câncer do colo uterino ou de endométrio;

Por sermos um serviço especializado e Uroginecologia e Cirurgia Vaginal, cerca de 95% das Histerectomias que realizamos são do tipo Vaginal, pois entendemos que os benefícios para a paciente são maiores quando comparado a outras técnicas, como por exemplo: .

  • Menor abertura peritonial (o peritônio é uma membrana que recobre todos os órgãos intestinais e é altamente sensível a dor) com conseqüente menor manipulação de alças intestinais, o que proporciona o retorno mais rápido do hábito intestinal da paciente, menos dor e não provoca grande “inchaço abdominal” após a cirurgia;
  • Menor sangramento, o que passa a ser uma grande vantagem naquelas pacientes que sofrem de anemia;
  • Menor chance de lesão vesical (bexiga) e ureteral ( ureteres) durante o procedimento;
  • Uso de anestesia local: anestesia do tipo Raquidiana, com complementação com morfina, o que proporciona à paciente melhor analgesia pós-operatória, recuperação anestésica mais rápida e menos enjôos no pós-operatório;
  • Recuperação pós-operatória mais rápida e alta em 24h.

É importante que alguns mitos que rodeiam a Histerectomia sejam quebrados, pois há certo desconhecimento da mulher (e principalmente dos homens) em relação a esta parte da anatomia feminina:

  • A retirada do útero causa frigidez? Não. Além do útero não ser responsável pelo orgasmo feminino (pois o orgasmo é clitoriano), trabalhos atuais demonstram não haver relação também com a preservação do colo uterino com este objetivo. Portanto, histerectomia (seja total ou subtotal), não causa frigidez, anorgasmia ou queda de libido.
  • A retirada do útero vai me deixar “vazia” por dentro? Não. Uma vez retirado o útero, que em média têm de 70-180cm3 , alças intestinais ocupam o seu lugar na cavidade pélvica de maneira natural. Portanto, a histerectomia não deixa a mulher “vazia” ou “oca”, como algumas questionam.
  • Ocorre menopausa precoce e aumento de peso após a retirada do útero? Não. A histerectomia implica, é claro, na supressão da menstruação e não na retirada dos ovários, que são a fonte hormonal da mulher. Por isso, consideramos a mulher que foi submetida à histerectomia como portadora de menopausa cirúrgica e não menopausa química, o que são duas situações totalmente diferentes
  • Meu parceiro vai sentir menos prazer por que retirei meu útero? Não. A menos que você fale para o seu parceiro que você fez a cirurgia, é impossível o homem distinguir, durante uma relação sexual, se você já foi ou não submetida à histerectomia.
  • Após a Histerectomia Vaginal (retirada do útero pela vagina), ficarei com minha vagina larga? Não. Por ser um órgão elástico e pelos médicos se valerem de materiais cirúrgicos altamente específicos para este tipo de cirurgia, não há nenhuma possibilidade de ocorrer alargamento vaginal em decorrência deste tipo de cirurgia. Tanto é verdade, que podemos submeter pacientes que já realizaram perineoplastia (plástica perineal) ou pacientes virgens a este procedimento.
  • Após a Histerectomia, irei ficar com “bexiga caída” e/ou Incontinência Urinária? Não. O procedimento cirúrgico não implica em Incontinência Urinária. Ao contrário do que se pensa, algumas mulheres podem ter o útero tão volumoso, decorrente de miomas gigantes, por exemplo, que estes podem causar obstrução urinária (dificuldade para urinar) e a sua retirada devolve à paciente o ritmo e jato urinário normais..
  • Só posso submeter-me a Histerectomia Vaginal se meu útero for pequeno? Não. Atualmente realizamos Histerectomias de úteros bem maiores do que os que têm o tamanho normal; além disso, cirurgias pélvicas, como cesariana anterior ou apendicectomia (retirada do apêndice intestinal) não contra-indicam o procedimento.

Procedimentos

Correção da Incontinência Urinária

Uma das melhores técnicas para...

Estudo Urodinâmico

Exame específico e computadorizado que consiste...

DIU Mirena®

DIU é a abreviatura de “Dispositivo Intra-uterino” é um dos métodos...

Bexiga Hiperativa

Pacientes com Incontinência Urinária de Urgência...

Cistite de Repetição

Cistite é o nome que se dá para doenças inflamatórias e/ou...

Histerectomia Vaginal

Retirada cirúrgica do útero. Pode ser total, quando se retira...

Neuromodulação Sacral (InterStim®)

Esta terapia é indicada para...

Cistite Intersticial

Também conhecida como síndrome da bexiga dolorosa...

Vaginismo e Toxina Botulínica

Com a aplicação de Toxina Botulínica (Botox® ) conseguimos...

Tempo cirúrgico menor (cerca de 20-40min), o que implica menos chance de infecção pós-operatória;